7 Valores, Uma Identidade
2017/18: Confiança
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Direção e Coordenação

 1- Corpos Sociais para o triénio 2014-2017:

Direção:

Presidente: Pe. Fernando Antunes de Cima

 

Vice- Presidente: Sr. Luís Isidoro Gonçalves Delgado

 

Tesoureiro: Dr.ª Elsa Margarida dos Santos Lopes

 

Secretária: Dr.ª Fernanda Maria Antunes Ramalhoto

 

Vogal: Dr.ª Anabela Elvas de Sousa

 

Conselho Fiscal:

Presidente: D. Maria Odete Rosa Nunes Barreto Avelino

 

Secretária: Dra. Cátia Gabriela Gomes dos Santos 

 

 Vogal: Dr. André José Martins Canas Correia

 

2Coordenação de Serviços

 

Diretora GeralDr.ª Elsa Margarida dos Santos Lopes

 

Coordenação de Creche e Jardim de Infância: Dr. Ricardo Manuel Godinho Oliveira

 

Coordenação do Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário: Dr.ª Ana Filipa Tiago de Jesus Cruz 

 DIRECÇÃO

A coordenação geral do Centro Social paroquial está sobre a responsabilidade da Direcção a esta compete a gestão e representação do mesmo, segundo o direito e as determinações estatutárias, concretamente:

  1. Gerir o património do centro social e proceder às operações de compra e venda, nos termos da lei canónica e civil
  2. Garantir a efectivação dos direitos dos beneficiários
  3. Assegurar a organização e funcionamento dos diversos serviços
  4. Contratar e administrar o pessoal
  5. Aprovar os Regulamentos Internos
  6. Elaborar anualmente o orçamento, relatório e contas de gerência e submetê-los com o parecer do conselho fiscal, à aprovação do ordinário diocesano
  7. Representar o centro social em Juízo e fora dele
  8. Propor ao Ordinário diocesano as alterações aos estatutos que as circunstâncias aconselharem
  9. A Participar na medida dos seus interesses e possibilidades nas actividades desenvolvidas
  10. Respeitar as orientações da equipa técnica responsável bem como as determinações da direcção.
  11. Comparticipar nos custos dos serviços prestados, de acordo com o estabelecido

 CONSELHO FISCAL

O Conselho Fiscal é um órgão de apoio e de fiscalização às actividades da direcção. Compete-lhe zelar pelo cumprimento da lei e dos estatutos e pelos actos da direcção, nomeadamente:

  1. Acompanhar a vida do Centro Social e participar nas reuniões da direcção, sempre que solicitado
  2. Verificara a escrituração sobre o orçamento, relatório e contas de gerência e sobre quaisquer outros assuntos sujeitos à sua apreciação

 COORDENAÇÃO GERAL

O Centro Social Paroquial dispõe de um Director Geral que no quotidiano da vida da instituição articula as determinações da direcção com os técnicos coordenadores responsáveis por cada uma das valências e os restantes serviços. Compete-lhe nomeadamente:

  1. Estudar, organizar e dirigir nos limites dos poderes em que está investido, todas as actividades da instituição
  2. Colaborar na determinação da política da instituição;
  3. Planear a utilização mais conveniente da mão-de-obra, equipamentos, materiais, instalações e capitais;
  4. Orientar, dirigir e fiscalizar a actividade da instituição segundo os planos estabelecidos, a política adoptada e as normas e regulamentos prescritos;
  5. Criar e manter uma estrutura administrativa que permita explorar e dirigir a instituição de maneira eficaz;
  6. Colaborar na fixação da política financeira e exercer a verificação dos custos;
  7. Reunir semanalmente com os coordenadores das valências;
  8. Determinar a politica de compras e os diferentes fornecedores;
  9. Coordenar toda a actividade dos funcionários;
  10. Dirigir pessoalmente todos os serviços gerais da instituição que não dependam exclusivamente de cada uma das valências.

 COORDENAÇÃO TÉCNICA DAS RESPOSTAS SOCIAIS

Em cada uma das áreas o Centro Social possui um coordenador técnico (Crianças, Jovens e Idosos). Cada um dos coordenadores dirige as respostas sociais que estão à sua responsabilidade e em conformidade com as políticas da direcção, os estatutos e direito, os planos de acção e orçamento aprovados. Cada um dos coordenadores tem com funções gerias:

  1. Estudar, organizar e dirigir nos limites dos poderes em que está investido, todas as actividades das suas valências.
  2. Colaborar na determinação da política da instituição, no que concerne à valência de que é responsável;
  3. Planear a utilização mais conveniente da mão-de-obra, equipamentos, materiais, instalações e capitais, que estão ao seu encargo;
  4. Reunir semanalmente com o Director Geral da instituição e com os outros coordenadores para a avaliação e programação contínua das actividades;
  5. Elaborar um relatório de actividades;
  6. Elaborar anualmente o plano de acção, orçamento e relatório de actividades da sua resposta social.

 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO

O plano de acção anual, orçamento, relatório de contas e de actividades é realizado em articulação entre a direcção, os técnicos coordenadores das valências, o tesoureiro, a contabilidade e o conselho fiscal. Deverão ser tidos em conta dos diferentes passos:

  1. No início de Outubro a direcção remete aos coordenadores o plano de acção geral da instituição para o próximo ano.
  2. Os técnicos apresentam no início de Novembro o plano de acção específico da sua valência e o orçamento para as suas actividades específicas;
  3. A direcção elabora a última versão do pleno de acção e orçamento para o próximo ano e remete-o para os técnicos, conselho fiscal, ISSS e patriarcado de Lisboa.
  4. No início de Janeiro os técnicos apresentam o relatório de actividades do ano anterior
  5. Até ao final de Janeiro a direcção elabora o relatório geral das actividades do ano anterior, recebe as contas da contabilidade e pede o parecer ao Conselho Fiscal.
  6. Durante o mês de Fevereiro a direcção aprova o relatório de contas e remete-o ao ISSS e ao Patriarcado até ao final de Março.

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